Quem somos...
Este blog tem a pretensão de resgatar histórias de um grupo de amigos, que na década de 70 foram muito unidos em torno de uma agremiação chamada "Clube Atlético Patropí", um time que nasceu no bairro "Menino Deus", mais precisamente na rua "Barão do Gravataí".
Que a experiência seja boa...
Este blog tem a pretensão de resgatar histórias de um grupo de amigos, que na década de 70 foram muito unidos em torno de uma agremiação chamada "Clube Atlético Patropí", um time que nasceu no bairro "Menino Deus", mais precisamente na rua "Barão do Gravataí".
Que a experiência seja boa...
1 de abril de 2008
Devagar, meu!
O goleiro era o araça. Era louco. Se atirava em todas. Defendia bem. Morou pouco tempo na Barão oeste. Explico: Barão Oeste era o final da rua, tudo o que vinha entre Getúlio e Múcio. Barão leste: o resto, até a Praia de Belas (boca mais pesada). Era onde morava o Mello, certo? A defesa era formada por Caco, Neco e Grosso, o meio Sérgio e Marco (único canhoto) e o ataque Volmir e Didi. O Grosso era um cara que jogava duro, bom zagueiro, morava no edifício da Madereira (o do Francisco). Ficou pouco tempo na zona. O Volmir era o nosso goleador e garganteador. Gozava de todo o mundo, principalmente quando ele fazia o gol. Fazia troça e ia pra torcida. O Didi era o cara do passe da jogada boa. O Neco organizava lá atrás sem dar bico. O Marco chutava e driblava muito bem, mas era pequeno e assim era frequentemente derrubado. O Caco era outro grande zagueiro. Ora do bico era com ele. Brigava muito. Sempre muito compenetrado e organizava a defesa. E eu corria pra tudo quanto era lado. Sempre gostei de correr. E da matar a jogada. Construir não era muito comigo, não! Esse foi o primeiro jogo com as camisas que cada um comprou e minha mãe bordou em cada uma com linha azul, o escudo do CAP.
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