Hiiii, começou a briga de confete, vejam como são as coisas, passaram-se trinta e tantos anos, e as lembranças ainda estão vivas, lendo as linhas escritas por vocês, tenho a impressão que saí do jogo agora, vislumbro os trejeitos de cada um, os "caqüetes", as manhas e artimanhas na hora do jogo, cada movimento ainda está claro na minha memória. Como Garrincha jogando bola, todo mundo sabia , inclusive os adversários, o drible que ele iria aplicar, mas sempre caíam no jingado dele, nós também, sabíamos como cada um jogava, mas todo o sábado estávamos lá para tentar anular o adversário. Conforme palavras do Sérgio, o negócio dele era correr, (tipo Patrolão) mas não adiantava, tu te preparava até para sair correndo na frente, mas não adiantava, na hora do jogo era diferente. Tinha o Dino, todo mundo conhecia o "toquesinho pra direita", e não adiantava, lá vinha toque. E o Babado, driblando com a "mão virada" e com "passinhos curtinhos, era caqüete" levando a bola, e reclamando sempre, ah e cabeludo... Eu era mais porra-louca também, lembro que uma vez quebrei o pé do Hortêncio lá na Sagrada Família. Agora não tinha ninguém mais balaquero que o Tião (Volmir), meu aquele era de mais, sem contar que qualquer coisa então não jogo mais, era o contrário do irmão o Caco, sempre compenetrado, jogando sério, se não me engano jogava na zaga, que na dúvida, era bico pra fora, Os(Irmãos Metralha) também tem muita história pra contar, seria interessante a manifestação deles.
Histórias do futebol, continua a espera de depoimentos.
E por aí vai...
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