
E aí seguem eu, Volmir, Neco e embaixo Nereu, Borja e Caco. Vejam que o muro era pequeno, mas sempre cheio! Inverno, verão, chuva ou sol, calor ou frio. Final de noite eu quase sempre ficava sem voz: sereno. E o gravador tocando, ou gravando alguma coisa. Esse muro já não existe mais. Como em todas as partes, foi trocado por grades de ferro. Tudo isolado. Inclusive da porta sempre aberta da casa no Neco. Pra que servia aquele muro mesmo?
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