Quem somos...
Este blog tem a pretensão de resgatar histórias de um grupo de amigos, que na década de 70 foram muito unidos em torno de uma agremiação chamada "Clube Atlético Patropí", um time que nasceu no bairro "Menino Deus", mais precisamente na rua "Barão do Gravataí".
Que a experiência seja boa...

26 de maio de 2008

Reúna Anos 70...

Grande Melinho, tu descreves muito bem as reuniões da década de "ouro", geralmente era assim, mas são os imprevistos que mais marcam nossas histórias, como a de uma reunião que se não me engano seria na Lopo Gonçalves ou Sebastião Leão. O pessoal então começou a comentar e se preparar no início da tarde, até que se deram conta que o Gilmar estava "no bico", foi o que bastou para mudar o papo e disfarçar, o pessoal foi saindo de mansinho, combinando o encontro as escondidas, e cada um foi para a sua casa se arrumar e preparar para a "reúna", o tempo passou (naquela época telefone não era pra qualquer um), foi chegando a hora, o pessoal começou a aparecer devagarinho no muro ou em frente ao seu Antônio, como o Gilmar não aparecia, o grupo foi tomando volume e esqueceram do cara, já estávamos saindo quando de repente o Gilmar aparece, aí foi aquela coisa, convencer o cara que ele não podia ir, e fala um, fala outro, mas não tem jeito ele quer ir junto, começam então os preparativos para dar um "balão" no "Mamica", tentar sair sem ele ir atrás, uns pegam taxi outros correm, vão saindo de mansinho, e o grupo que era grande só tem uns três ou quatro, e ele desconfiado e perguntando pelos que saíram, até que conseguimos despistar ele e nos encontramos na festa. Na festa tá aquela zoeira, todo mundo dançando bebendo e comendo salgadinhos, quando batem na porta, a dona da casa atende e vem falar conosco, perguntando quem é o "Meleca" ou "Neco", (acho que era o Neco), pois tinha um cara muito estranho perguntando por nós lá fora, quando chegamos lá, adivinhem quem era? o Gilmar, não sei como o cara descobriu a festa nem como chegou lá, tentamos falar com ele, mas aí já tinha uma multidão na rua, e o Gilmar gostava disso, e começou a dar o show dele, corria atrás das gurias, encarava todo mundo, e dizia que iria entrar. Resumindo ele acabou entrando, pois a dona da casa ficou com pena dele e nós curtimos mais um sábado, que não foi na Barão mas foi com a turma toda.

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