Meu... estive no Dino's Bar na sexta feira, como cheguei cêdo, fui visitar a família Cardoso, que há muito tempo não os via, tive uma recepção prazerosa, vi amigos que fizeram parte de minha infância e adolescência, a Lurdeca (Lurdes) mãe dos Bolachas (são muitos) o Miltão (Milton) pai da mesma famíla, passoas de uma simplicidade incomum, um simples bate papo com eles, é o que basta para nos sentirmos pessoas da família, e olha que a família Cardoso é grande, a progenitora que passa por um momento delicado em sua vida, com 90 e tantos anos, merece nosso respeito, afinal tudo o que os "Cardoso" são, tem o crivo dela. Depois fui no Dino pensando ouvir um pagode, mas que nada, não pintou ninguém, ficamos então, eu minha esposa Daisy e o Natinha de papo até altas horas, descobri algo importante nesta noite, primeiro, o Dino teve atitudes que me fizeram ficar pensando, quando ia atender os clientes, se curvava ou juntava as mãos como quem estivesse rezando, se ele fizesse o sinal da cruz eu ia me ajoelhar e rezar, sei lá se isso era promessa, "será que ele se converteu?", Não sei, mas que me deixou preocupado , isso deixou. Segundo, uma constatação, o Beto (Cachaça, Natinha...) ele é um arquivo vivo de informações, quando o cara começou a falar nomes de quem morou na Barão (eu não lembrava de nenhum), fiquei preocupado com a minha memória, tem tanta gente que fica difícil de enumerar, só ele falando para acreditar, ele lembra de muita gente, além do mais tem contatos com muitos, e isto é muito importante, penso que só assim não perderemos nosso passado.
Beto Natinha, tu também não muda, tirando os cabelos brancos, é a mesma coisa, parceiro e amigo;
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